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segunda-feira, 4 de junho de 2012
RESUMO DA REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DA COOMIGASP.
Os senhores conselheiros exigiram do presidente da coomigasp que baixasse uma resolução avisando aos garimpeiros menos informados, que o nosso estatuto prever até exclusão do quadro social da coomigasp para aquele associado que se levanta contra o projeto ou se alie a movimentos que tenham por objetivo destruir o nosso projeto e consequentemente os direitos já conquistas pelos garimpeiros.
O conselheiro Adalto da delegacia de São Domingos disse “ o comentário tá feio, estão comentando que o Toni Duarte está participando de um esquema de um grupo de empresários de outra empresa Canadense, e o compromisso dele é derrubar o nosso projeto, em seguida tentar arrumar uma concessão de lavra para esta outra empresa, ganhando 5% sobre o projeto, por isso é que ele tá fazendo tudo isso, tentando desviar a atenção dos garimpeiros com fofocas”.
Nós delegados e garimpeiro temos participado de todas as assembleias gerais, e tudo foi aprovado por maioria dos nossos companheiros, como os nossos 25% mais os prêmios; as prestações de contas do presidente Gessé; a assembleia de aprovação para a negociação dos 700 hectares com os direitos minerários. E a questão que ele anda falando em seu bloq de que o presidente Gessé já recebeu mais de 60 milhões é mentira, nós sabemos da verdade e vamos explicar e mostrar para a sociedade. Temos todos os DVDs das assembleias, inclusive as que Toni Duarte está ajudando a convencer os garimpeiros a aprovar o projeto.
Sabemos que o presidente gastou muito, mas foi com o próprio garimpeiro nas pré-assembleias, nas assembleias gerais, conduzindo os garimpeiros em ônibus, vans, micro-ônibus e alimentação; manutenção das delegacias, reuniões com o ministério em Brasilia, com o DNPM, deputados e outras questões essenciais ao projeto.
Além disso, o presidente está construindo a nova sede da cooperativa e esse tal de Toni Duarte estava lá apoiando quando tudo foi aprovado pelos garimpeiros.
O Conselheiro João Ezequiel no uso da palavra disse “esse cara Toni Duarte tá chamando a gente de burro, será que ele pensando em botar na cabeça dos garimpeiros que nós vamos pagar alguma coisa para Colossus?. E o TAC que foi assinado pela Colossus e pelo Governo, dizendo que nós não temos a obrigação nenhuma de pagar ou devolver nada para Colossus. Nossos percentuais são livres de qualquer custo, ou seja, tudo isso é investimento, agora o custeio da cooperativa ai sim, mas é apenas o que vem para o sustento da cooperativa.
O Conselheiro Ribamar falou “o presidente Gessé tem comportado como o homem que veio para resolver a situação dos garimpeiros e não tem que dar confiança a este Toni Duarte que vive de fazer fofocas com mentiras e calunias. Vamos fazer esse cara pagar por tudo na justiça e se algum garimpeiro ficar do lado dele é porque não quer o projeto. É uma ingratidão não reconhecer o trabalho do presidente o que ele faz e está fazendo pela nossa categoria.
Ninguém gosta desse Toni Duarte, ele já falou mal de Deus e do mundo, de vários deputados, prefeitos, vereadores o quem ele pensa que é? Ele não representa nada, é um maluco que estava nos extorquindo e agora esta querendo levar a maluquice dele para os garimpeiros menos informados, ele nem é garimpeiro, não é sócio da coomigasp, não tem nada a perder, é um desocupado que botou merda na cabeça achando que vai destruir o nosso projeto.
Nós temos que agir, pois o ministro Lobão pediu a unidade dos garimpeiros, agora, depois de tudo normalizado, esse bandido se levanta contra tudo, tentando prejudicar a todos. Vamos tomar providencias e mostrar para esse cara que a mentira não prevalece perto da verdade.
Curionopolis-PA 29 de Maio de 2012.
Portaria nº. 015/2012.
SÚMULA: Dispõe sobre a criação do Conselho de Ética da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada e dá outras providências.
O Presidente da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada – COOMIGASP, no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto e considerando que os atos e condutas dos funcionários, Delegados e Diretores de Secretarias da Coomigasp, que não se coadunam com os ditames legais estatutários, precisam no âmbito administrativo ser investigados e punidos na forma da lei, resolve baixar a seguinte portaria:
1º – Criar o Conselho de Ética da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada – Coomigasp, composto de cinco (5) membros efetivos e eleitos pelo Conselho Deliberativo da COOMIGSP, sendo um (1) presidente; Quatro (4) vogais e um (1) Assessor Jurídico, a ser designado pelo Departamento Jurídico da Coomigasp, por solicitação do Presidente do Conselho de Ética;
2º – Compete ao Conselho de Ética, receber as denúncias, analisá-las e processá-las na forma da Lei e ao final encaminhar relatório com o parecer ao Presidente da Cooperativa, para a decisão final.
3º – Conselho de Ética, será composto pelos seguintes cooperados: Presidente – João Paz Silva, mat 04.491, Serafim Medeiros melo, Mat. 00.597, Osmar Oliveira Matos, mat 03.103, José Ribamar Lima Silva, mat 23.303.
4º – O Conselho de Ética, reunir-se-á ordinariamente mensalmente para deliberar sobre os assuntos em pauta, ou extraordinariamente convocado pelo Presidente do Conselho ou mesmo pelo Presidente da Coomigasp.
5º – As decisões do Conselho de Ética no âmbito administrativo são de caráter administrativo, cabendo em última instância a decisão final do Presidente da Coomigasp.
6º – Essa portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogado as disposições em contrário.
Registre-se e Publique-se.
Curionópolis-PA, 29 de maio de 2.012.
Gessé Simão de Melo
Presidente
Portaria nº. 016/2012.
SÚMULA:Dispõe sobre a suspensão das atividades dos Delegados AIRTON VALDIR PORTILHO da delegacia regional de Palmas-TO e PAULO VITOR PACHECO ALBARADO da delegacia regional de Belém, respectivamente e dá outras providências.
O Presidente da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada – COOMIGASP, no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto e em cumprimento à determinação do Conselho Deliberativo da COOMIGASP, considerando que os atos e condutas dos Senhores AIRTON VALDIR PORTILHO delegado regional da Coomigasp de Palmas-TO e PAULO VITOR PACHECO ALBARADO, delegado regional da Coomigasp de Belém/PA, respectivamente, não se coadunam com os ditames legais e estatutários, resolve baixar a seguinte portaria determinando:
1º ASUSPENSÃO a partir desta data, do Delegado da Coomigasp em Palmas-TO, Senhor AIRTON VALDIR PORTILHO do exercício das funções de delegado desta entidade na região de Palmas e circunscrição;
2º A SUSPENSÃO, a partir desta data, do Delegado da Coomigasp em Belém-PA, Senhor PAULO VITOR PACHECO ALBARADO, do exercício das funções de delegado desta entidade na região de Belém-PA e circunscrição.
3º Os senhores acima nominados ficam impedidos de praticar todo e qualquer ato em nome da Coomigasp, devendo estes prestar contas de suas atividades até a presente data, sob pena de serem responsabilizados.
4º A presente portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Registre-se e Publique-se.
Curionóplis, 29 de maio de 2.012.
Gessé Simão de Melo
Presidente
PORTARIA Nº. 017/2012.
SÚMULA: Dispõe sobre a suspensão das atividades dos Delegados AIRTON VALDIR PORTILHO e PAULO VITOR PACHECO ALBARADO, delegados das delegacias de Palma/T0 e Belém/PA, respectivamente e dá outras providências.
O Presidente da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada – COOMIGASP, no uso de suas atribuições conferidas pelo Estatuto e em cumprimento às determinações do Conselho Deliberativo da COOMIGASP, considerando que os atos e condutas dos Senhores Airton Valdir Portilho e Paulo Vitor Pacheco Albarado, delegados da Coomigasp, nas cidades de Palmas/TO e Belém/PA, respectivamente, não se coadunam com os ditames legais estatutários, resolve baixar a seguinte portaria:
1º. Suspender a partir desta data, das atividades de Delegado da Coomigasp, o Senhor Airton Valdir Portilho , das funções de delegado da cidade de Palmas, estado do Tocantins;
2.º Suspender a partir desta data, das atividades de Delegado da Coomigasp, o Senhor Paulo Vitor Pacheco Albarado , das funções de delegado da cidade de Belém, estado do Pará.
3º Os senhores anteriormente nominados ficam impedidos de praticar quaisquer atos em nome da Coomigasp, devendo prestar contas de suas atividades até a presente data.
4º A presente portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Registre-se e Publique-se.
Curionóplis, 29 de maio de 2.012.
Gessé Simão de Melo
Presidente
Resolução 017/2012
1 – Considerando que as noticias publicadas pelo Sr. Antônio Carvalho Duarte(Tony Duarte), vem causando prejuízos à sociedade garimpeira e ao projeto da Província Mineral Serra Pelada, denegrindo a imagem da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada – Coomigasp e a sua parceria comercial com a Colossus;
2 – Considerando que as calunias e difamações proferidas por Tony Duarte, no site da Agasp Brasil, já foram motivos de várias reuniões entre a Coomigasp e demais Cooperativas, as quais firmaram um acordo com o mesmo, no qual este se comprometeu a não divulgaria noticias caluniosas e constrangedoras contra a Coomigasp com intuito de obter vantagens econômicas, as quais em nada ajudam a luta dos garimpeiros em prol da melhoria de condições de vida dos mesmos, os quais há anos esperam pelo sucesso do projeto minerário de serra pelada;
3 – Considerando que a sociedade garimpeira e a coomigasp está sendo atacada injustamente pelo citado jornalista presidente da Agasp Brasil, o qual desrespeitou o acordo firmado com as cooperativaspara não divulgar matérias ofensivas e caluniosas ás mesmas e ao projeto minerário;
4 – Considerando que o ataque infundado e imotivado de Toni Duarte ao projeto mineralestá trazendo à Serra Pelada uma enorme inquietação junto aos garimpeiros, que vem preocupando as autoridades do poder executivo, legislativo e judiciário e provocando uma instabilidade na economia local;
5 – Considerando que a Coomigasp na pessoa de seu presidente Gessé Simão, legalmente eleito pela sociedade, respaldado por sua diretoria e chancelado pelos seus associados, vem publicar esta resolução para salvaguardar o direito de mais de 38.000 associados e os inúmeros moradores da planície minerária de Serra Pelada:
RESOLVE
a) Em cumprimento aos arts. 11,k, e 12 do Estatuto Social da Entidade, DETERMINAR que os associados da Coomigasp que violarem essas normas deverão ser denunciados ao Conselho de Ética da entidade em face de estar colaborando com a difamação da entidade e apoiando as calúnias promovidas contra a administração da mesma ou do Conselho Fiscal, que causam prejuízo material e moral de difícil reparação a sociedade dos garimpeiros.
b) O Conselho de Ética da Coomigasp deverá tomar todas providências legais para punir ou mesmo excluir os infratores do quadro de associados da Coomigasp.
c) Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições anteriores.
d) Registre-se e Publique.
Curionópolis, 29 de maio de 2.012.
Gesse Simão de Melo
Presidente
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Preço das commodities em alta e expansão da área cultivada em Mato Grosso nesta safra são aspectos favoráveis ao aumento da produçãode calcário no Estado. Para este ano, a projeção é de incremento de 10% na extração estadual, alcançando 4,4 milhões de toneladas do produto, segundo projeção do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Evolução deve ficar ligeiramente abaixo da registrada para 2011, quando o ganho de 12% sobre 2010 possibilitou a retirada de 4 milhões de toneladas de calcário do solo mato-grossense.
Maior volume extraído foi registrado em 2004, quando chegou a 6,415 milhões de toneladas, confirmadas pelo Sindicato das Indústrias de Extração de Calcário de Mato Grosso (Sinecal). Quantidade foi suficiente para alçar o Estado à condição de maior produtor nacional na época. Nos 2 anos subsequentes, a produção baixou para 2,785 milhões (2005) e 1,690 milhão (2006) de toneladas, respectivamente. Decréscimo foi motivado pela restrição à abertura de novas áreas destinadas à agropecuária, acompanhado da crise envolvendo a sojicultura, que conteve os investimentos dos produtores em fertilizantes, conforme relembra o presidente do sindicato, Gustavo de Oliveira. “Em 2004 muitas áreas novas estavam sendo corrigidas, entrando depois num regime de manutenção do solo”.
Neste ano, por exemplo, a expansão na área plantada com soja em Mato Grosso correspondeu a 800 mil hectares, realizada exclusivamente sobre áreas de pastagem degradada, observa o engenheiro agrônomo Eduardo Godoy. Se consideradas as possibilidades de expansão agrícola para região Oeste do Estado, as indústrias de calcário atuantes em Mato Grosso devem continuar sendo beneficiadas.Nos últimos 3 anos, o crescimento anual se manteve na média de 11%, aponta o Mapa.
“Em 2011 houve um aumento na área plantada, refletindo no incremento do consumo de calcário pelo setor agrícola. Novamente teremos expansão na área, então a demanda vai continuar num patamar elevado”. Godoy acrescenta que a maior parte do solo mato-grossense apresenta pH ácido, com baixo teor de cálcio e magnésio, necessitando de correção por meio da aplicação de calcário para torná-lo agricultável.
Segundo o engenheiro, somente para pecuária extensiva a correção do solo costuma ser dispensada. Sojicultura, por exemplo, absorve cerca de 70% da produção estadual de calcário, de acordo com o Sinecal. “Como a região Oeste tem uma demanda nova, o consumo de calcário com a agricultura volta a crescer”. Estudo realizado pelo Instituto Mato- grossense de Economia Agropecuária (Imea)
identificou a possibilidade de expansão em 53% na produção de soja em Mato Grosso nos próximos 10 anos, alcançando 32,8 milhões de toneladas, se mantidos os níveis atuais de expansão em área e ganho de produtividade.
Para a safra 2021/2022 é possível que a sojicultura ocupe 9,75 milhões de hectares no Estado, expandindo em 2,340 milhões de hectares (31,57%) sobre a área cultivável na safra 2012/2013, estimada em 7,41 milhões de hectares. Esse incremento na área plantada pode ser garantido com a ocupação de áreas de pastagens em latossolo, propício ao cultivo da soja, segundo o Imea.
Investimentos - No atual contexto, a produção de calcário tem atraído novos investidores, como o grupo Brasagro, fundador da Petrocal. Mato Grosso foi o estado escolhido para implantação da primeira fábrica do grupo, em um investimento de R$56 milhões, aplicados na unidade instalada no município de Itiquira. Início das operações está programado para o próximo mês, com uma produção anual de 1 milhão de toneladas de calcário. Empreendimento irá gerar 320 empregos diretos e indiretos.
Segundo informações repassadas pela assessoria de imprensa do grupo, a intenção é realizar aquisições de novas unidades de extração nos próximos 3 anos, consolidando-se no mercado brasileiro de calcário com uma produção de 8 milhões de toneladas ao ano. Além da produção de calcário, o grupo pretende agregar outros serviços com foco no atendimento do agronegócio como transporte de calcário, análises de solo e consultoria às propriedades.
Capacidade produtiva total do setor em Mato Grosso é de 6 milhões de toneladas de calcário por ano, de acordo com o Sinecal. Registros do sindicato atestam uma redução de 25% no número de minas de calcário em Mato Grosso nos últimos 6 anos. Em 2006 havia 24 minas e atualmente são identificadas 18. Elas estão distribuídas nos municípios de Rosário Oeste, Paranatinga, Primavera do Leste, Alto Garças, Jangada, Tangará da Serra, Cocalinho, Cáceres e Nobres, onde estão concentradas em maior número, em um total de 5 minas.Conforme diagnóstico do Sinecal, em todo Estado são encontradas jazidas de calcário de alta qualidade, cujas reservas podem ser consideradas inesgotáveis.De acordo com o Imea, o Médio-Norte mato-grossense dispõe de 898,449 mil hectares de pastagem revestindo área de latossolo. “Até agora o ano está bom para a venda dos produtos fertilizantes, inclusive calcário”. Previsão da empresa é fechar 2012 com um avanço de 28% na produção de calcário. “Com a unidade de Cáceres atendemos também o Sul de Rondônia”. Pela empresa são mantidas unidades de extração em Nobres, Primavera do Leste, Paranatinga, Diamantino, Rondonópolis e Rosário Oeste. “Nossa maior produção é de calcário agrícola, mas temos demanda também por cal hidratada e pedra brita, utilizadas na construção civil”. Essa é a característica da maioria das indústrias de Mato Grosso, diz Benço, exceto da Brita Guia, localizada no Distrito da Guia, em Cuiabá.
Em Mato Grosso, essa área agricultável corresponde a 9,2 milhões de hectares, sendo que a maior parte está concentrada na região do Araguaia, onde foram identificados 3,110 milhões de hectares de pastagem em latossolo.
Investimentos - No atual contexto, a produção de calcário tem atraído novos investidores, como o grupo Brasagro, fundador da Petrocal. Mato Grosso foi o estado escolhido para implantação da primeira fábrica do grupo, em um investimento de R$56 milhões, aplicados na unidade instalada no município de Itiquira.
Início das operações está programado para o próximo mês, com uma produção anual de 1 milhão de toneladas de calcário. Empreendimento irá gerar 320 empregos diretos e indiretos.
Segundo informações repassadas pela assessoria de imprensa do grupo, a intenção é realizar aquisições de novas unidades de extração nos próximos 3 anos, consolidando-se no mercado brasileiro de calcário com uma produção de 8 milhões de toneladas ao ano. Além da produção de calcário, o grupo pretende agregar outros serviços com foco no atendimento do agronegócio como transporte de calcário, análises de solo e consultoria às propriedades.
Capacidade produtiva total do setor em Mato Grosso é de 6 milhões de toneladas de calcário por ano, de acordo com o Sinecal. Registros do sindicato atestam uma redução de 25% no número de minas de calcário em Mato Grosso nos últimos 6 anos. Em 2006 havia 24 minas e atualmente são identificadas 18.
Elas estão distribuídas nos municípios de Rosário Oeste, Paranatinga, Primavera do Leste, Alto Garças, Jangada, Tangará da Serra, Cocalinho, Cáceres e Nobres, onde estão concentradas em maior número, em um total de 5 minas. Conforme diagnóstico do Sinecal, em todo Estado são encontradas jazidas de calcário de alta qualidade, cujas reservas podem ser consideradas inesgotáveis.
Aproveitamento -Diretor-executivo da Empresa de Mineração Aripuanã Ltda, Francisco Benço, confirma a tendência de crescimento do setor relacionada à expansão de área plantada, especialmente pela conversão dos espaços ocupados anteriormente com pastagem. Benço diz que a produção da Empresa de Mineração Aripuanã atende o consumo principalmente na região do Vale do Araguaia e extremo Norte de Mato Grosso.
Investimentos - No atual contexto, a produção de calcário tem atraído novos investidores, como o grupo Brasagro, fundador da Petrocal. Mato Grosso foi o estado escolhido para implantação da primeira fábrica do grupo, em um investimento de R$56 milhões, aplicados na unidade instalada no município de Itiquira. Início das operações está programado para o próximo mês, com uma produção anual de 1 milhão de toneladas de calcário. Empreendimento irá gerar 320 empregos diretos e indiretos. Segundo informações repassadas pela assessoria de imprensa do grupo, a intenção é realizar aquisições de novas unidades de extração nos próximos 3 anos, consolidando-se no mercado brasileiro de calcário com uma produção de 8 milhões de toneladas ao ano. Além da produção de calcário, o grupo pretende agregar outros serviços com foco no atendimento do agronegócio como transporte de calcário, análises de solo e consultoria às propriedades.
Capacidade produtiva total do setor em Mato Grosso é de 6 milhões de toneladas de calcário por ano, de acordo com o Sinecal. Registros do sindicato atestam uma redução de 25% no número de minas de calcário em Mato Grosso nos últimos 6 anos. Em 2006 havia 24 minas e atualmente são identificadas 18. Elas estão distribuídas nos municípios de Rosário Oeste, Paranatinga, Primavera do Leste, Alto Garças, Jangada, Tangará da Serra, Cocalinho, Cáceres e Nobres, onde estão concentradas em maior número, em um total de 5 minas. Conforme diagnóstico do Sinecal, em todo Estado são encontradas jazidas de calcário de alta qualidade, cujas reservas podem ser consideradas inesgotáveis
Elas estão distribuídas nos municípios de Rosário Oeste, Paranatinga, Primavera do Leste, Alto Garças, Jangada, Tangará da Serra, Cocalinho, Cáceres e Nobres, onde estão concentradas em maior número, em um total de 5 minas. Conforme diagnóstico do Sinecal, em todo Estado são encontradas jazidas de calcário de alta qualidade, cujas reservas podem ser consideradas inesgotáveis.
Aproveitamento -Diretor-executivo da Empresa de Mineração Aripuanã Ltda, Francisco Benço, confirma a tendência de crescimento do setor relacionada à expansão de área plantada, especialmente pela conversão dos espaços ocupados anteriormente com pastagem. Benço diz que a produção da Empresa de Mineração Aripuanã atende o consumo principalmente na região do Vale do Araguaia e extremo Norte de Mato Grosso.
Investimentos - No atual contexto, a produção de calcário tem atraído novos investidores, como o grupo Brasagro, fundador da Petrocal. Mato Grosso foi o estado escolhido para implantação da primeira fábrica do grupo, em um investimento de R$56 milhões, aplicados na unidade instalada no município de Itiquira. Início das operações está programado para o próximo mês, com uma produção anual de 1 milhão de toneladas de calcário. Empreendimento irá gerar 320 empregos diretos e indiretos. Segundo informações repassadas pela assessoria de imprensa do grupo, a intenção é realizar aquisições de novas unidades de extração nos próximos 3 anos, consolidando-se no mercado brasileiro de calcário com uma produção de 8 milhões de toneladas ao ano. Além da produção de calcário, o grupo pretende agregar outros serviços com foco no atendimento do agronegócio como transporte de calcário, análises de solo e consultoria às propriedades.
Capacidade produtiva total do setor em Mato Grosso é de 6 milhões de toneladas de calcário por ano, de acordo com o Sinecal. Registros do sindicato atestam uma redução de 25% no número de minas de calcário em Mato Grosso nos últimos 6 anos. Em 2006 havia 24 minas e atualmente são identificadas 18. Elas estão distribuídas nos municípios de Rosário Oeste, Paranatinga, Primavera do Leste, Alto Garças, Jangada, Tangará da Serra, Cocalinho, Cáceres e Nobres, onde estão concentradas em maior número, em um total de 5 minas. Conforme diagnóstico do Sinecal, em todo Estado são encontradas jazidas de calcário de alta qualidade, cujas reservas podem ser consideradas inesgotáveis. Fonte: www.gazetadigital.com.br
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